Manhã - Dia do Passeio de Bicicleta pra conhecer Santiago com Guia e Ciclista Local chamada Carolina.
Curiosidades iniciais: 1.000 pesos chilenos chama de 1 Luca, enquanto que 500 pesos chamam de Quina.
Pra comparar com real, tivemos que fazer o seguinte raciocínio: cortando dois zeros e dividindo por dois chegaremos ao real, exemplo:
1 real= 200 pesos chilenos, 5 reais = 1.000 pesos chilenos, 10 reais = 2.000 pesos, 100 reais = 20.000 pesos.
Exemplos de preços locais: O metro custa 650 pesos, uma agua de 500 ml custa 1.200 pesos, um café expresso 900 pesos (4,5 reais).
Voltando ao passeio de bicicleta, saímos da Plaza Itália e terminamos próximo ao Palacio de la Moneda (governo) as 16 horas.
Tivemos a oportunidade de ir conhecendo os principais pontos turisticos de Santiago Velha, bem como, conversar sobre a história do país, a Política local, os movimentos de esquerda, o movimento estudantil local, as comidas do país, as principais figuras que lutaram e lutam pelo povo chileno, bem como, fazendo fotos os diversos locais da capital chilena.
Muitos pontos visitados, tais como:
- Plaza Italia (onde se fazem as principais manifestações em Santiago);
- Parque Florestal;
-Barrio Lastarria;
-Rio Mapocho (este corta toda a cidade, desta a cordillera até o mar)
- Cerro Santa Lucia
- Museo de Belas Artes
- Mercado Central
- La Piojer/ Palacio Popular
- La Carretera Panamerica n.5 (corta praticamente toda a América, até California)
- Yungay
- Parque de los Reys
- Plaza Brasil (Oficina de Victos Jara)
- Museo de La Memoria y Los Derechos Humanos
- Biblioteca Nacional
-Palacio Del Governo
Principais comidas: Centollas, Langosta, Empanada de Pisco, Pastel de Choclo.
Bedidas: Terremoto, Viño e Pisco
Lugar de compartilhar aventuras de viagens, lugares, culturas, poesias, passeios pelo mundo, com o olhar de curiosidade, criativo, do sertão e capital paraibana.
Belas bandas das Minas Gerais
segunda-feira, 1 de outubro de 2012
1° Dia - Domingo 30/Setembro
Chile - país que tem cerca de 16 milhões de habitantes, onde mais de 7 milhões vivem na região metropolitana de Santiago, sua capital, que chega a mais de 3 milhões de pessoas.
Teve sua ditadura muito forte no ano de 1973, agora estão com o 5° Presidente após abertura democrática, destes 4 de Esquerda e o atual de Direita Sebastián Piñera.
Este é um país latinoamericano que tem forte cultura indígena, com os Aymaras (norte) e Mapuche (sul), que se mistura com a influencia espanhola.
Chile de nomes de luta, tais como: Salvador Allende, Pablo Neruda, Humberto Maturana, Victor Jara, Violeta Parra, entre outros nomes, como a líder estudantil mais recente Camila Vallejo.
Neste primeiro dia, a caminhada inicial foi do Hotel Ibis (que fica Av. Providencia, mesma nome pra o Bairro) até o Bairro Bellavista (boêmio).
Alí tem um lugar com vários Restaurantes e Bares chamado Patio Bellavista que fica Calle Constitucion, lá também encontramos artesanatos, lojas pra algumas lembranças e livrarias.
Nossa parada uma loja que venda de livros, camisas, postais de movimentos sociais e esquerda. Desde os nomes mais expressivos como Salvador Allende, Pablo Neruda, Fidel Castro e Che Guevara, como também, da mais jovem liderança que surgiu em Santiago como Camila Vallejo, movimento iniciado em 2011 que continua até hoje.
Depois visitamos o Museu de Pablo Neruda (uma das três casas onde viveu), criado em 1985 por sua última esposa. A entrada bem cara (7.000 pesos/ 35 reais), lá podemos saber mais da história do escritor, da luta contra ditadura, da paixão pela arte, do comunista militante. Ele sempre este envolvido com a Política chilena, ao lado de todos os movimentos de esquerda, inclusive abdicando se candidatar-se a presidente pra apoiar Allende. Era bem próximo do escritor baiano (também comunista) Jorge Amado. Pablo Neruda também teve casas com viraram museus em Val Paraíso e Isla Negra.
Depois à tarde, voltando ao Patio Bellavista podemos almoçar num Restaurante chamado Backstage e comer um prato Mother Drumer (carne, frango, camarão e batatas), somado aos sucos tudo saiu por 189.000 pesos (cerca de 100,00, caro). Quanto tentei tomar vinho, nada barato como imaginava, em restaurantes as garrafas saem mais caras que no Brasil.
Teve sua ditadura muito forte no ano de 1973, agora estão com o 5° Presidente após abertura democrática, destes 4 de Esquerda e o atual de Direita Sebastián Piñera.
Este é um país latinoamericano que tem forte cultura indígena, com os Aymaras (norte) e Mapuche (sul), que se mistura com a influencia espanhola.
Chile de nomes de luta, tais como: Salvador Allende, Pablo Neruda, Humberto Maturana, Victor Jara, Violeta Parra, entre outros nomes, como a líder estudantil mais recente Camila Vallejo.
Neste primeiro dia, a caminhada inicial foi do Hotel Ibis (que fica Av. Providencia, mesma nome pra o Bairro) até o Bairro Bellavista (boêmio).
Alí tem um lugar com vários Restaurantes e Bares chamado Patio Bellavista que fica Calle Constitucion, lá também encontramos artesanatos, lojas pra algumas lembranças e livrarias.
Nossa parada uma loja que venda de livros, camisas, postais de movimentos sociais e esquerda. Desde os nomes mais expressivos como Salvador Allende, Pablo Neruda, Fidel Castro e Che Guevara, como também, da mais jovem liderança que surgiu em Santiago como Camila Vallejo, movimento iniciado em 2011 que continua até hoje.
Depois visitamos o Museu de Pablo Neruda (uma das três casas onde viveu), criado em 1985 por sua última esposa. A entrada bem cara (7.000 pesos/ 35 reais), lá podemos saber mais da história do escritor, da luta contra ditadura, da paixão pela arte, do comunista militante. Ele sempre este envolvido com a Política chilena, ao lado de todos os movimentos de esquerda, inclusive abdicando se candidatar-se a presidente pra apoiar Allende. Era bem próximo do escritor baiano (também comunista) Jorge Amado. Pablo Neruda também teve casas com viraram museus em Val Paraíso e Isla Negra.
Depois à tarde, voltando ao Patio Bellavista podemos almoçar num Restaurante chamado Backstage e comer um prato Mother Drumer (carne, frango, camarão e batatas), somado aos sucos tudo saiu por 189.000 pesos (cerca de 100,00, caro). Quanto tentei tomar vinho, nada barato como imaginava, em restaurantes as garrafas saem mais caras que no Brasil.
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